#238 - A nova cultura do sexo seguro

🥜📮 - Como a geração Z transformou prevenção em autocuidado, e vergonha em design.

Edição #238
Tempo de leitura: 17 minutos

As pessoas não decidem se tornar extraordinárias. Elas decidem realizar coisas extraordinárias.”
― Edmund Hillary

O tempo dedicado à televisão pode estar associado a menos estresse e exaustão para os pais jovens.

Governo Trump congela emissão de vistos de imigrantes para cidadãos do Brasil e de mais 74 países. 

OpenAI lança ChatGPT Health para conversas médicas personalizadas, uma vez que, 230 milhões de usuários fazem perguntas sobre saúde todas as semanas

Bob Weir, guitarrista e membro fundador da banda Grateful Dead, morre aos 78 anos após ser diagnosticado com câncer.

A FIFA nomeou o TikTok como seu primeiro parceiro de conteúdo de “plataforma preferencial” para a próxima Copa do Mundo.

“One Battle After Another” e “Hamnet” ganham os principais prêmios do Globo de Ouro deste ano; veja os destaques e os vencedores. 

BTG Pactual passa a operar como banco nos EUA.

A Estée Lauder Companies avalia vender três de suas marcas em 2026 — Too Faced, Smashbox e Dr. Jart — como parte de uma grande reestruturação para voltar a crescer e recuperar relevância no mercado de beleza.

Céus rosa misteriosos foram avistados em West Midlands enquanto nevava intensamente durante a tempestade Goretti.

O vídeo que conecta as ideias, tensões e sinais culturais que atravessaram 2025, e continuam moldando 2026.

O Brasil foi escolhido para liderar o Ano da Criatividade em 2026, iniciativa global da World Creativity Organization que reconhece a criatividade como força estratégica para o desenvolvimento econômico, social e cultural.

Vi na newsletter da Gisela Gueiros essa conta do Instagram, "Subway Hands", que registra as mãos das pessoas no metrô de NY, e adorei! 

Os líderes da moda aprenderam a navegar a incerteza, mas 2026 pede mais do que resiliência. Volatilidade econômica, mudanças no desejo do consumidor e tecnologia em aceleração estão redesenhando o jogo. Agilidade, leitura cultural e estratégia vão separar quem sobrevive de quem lidera. Vem explorar o The State of Fashion 2026.

O OK Go, banda indie famosa por transformar clipes em obras de arte, levou essa obsessão visual para o físico. O novo álbum, indicado ao Grammy, vem em uma embalagem de vinil que é quase uma instalação: gráfica, cinética, cheia de camadas e surpresas.

O co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, considera que o melhor livro sobre gestão é uma novela de Joseph Conrad.

O próximo jogador não é humano. A Sony registrou a patente de um “AI Ghost Player”, uma espécie de companheiro digital que joga ao seu lado. Ele corre, luta, aponta caminhos escondidos e até demonstra o timing perfeito para vencer fases, tudo em tempo real, ativado por comando de voz. Não é só um assistente: é um avatar inteligente que imita o comportamento humano dentro do jogo. 

A Riachuelo se uniu à Triya para uma nova collab de verão, marcando o reencontro das marcas após 11 anos.

A mais recente tendência em design de interiores são os quartos analógicos. (gift link)

Da nova cozinha vietnamita a um indiano de primeira linha, passando por um restaurante escondido que parece ter saído de Harry Potter, esta é a lista dos cinco lugares que estão definindo o inverno gastronômico de Londres. 

A Apple lançou o “Creator Studio”, uma assinatura de US$ 12,99/mês que dá acesso a quase todos os seus softwares criativos.

O glow da pele vai muito além da estética

Muito antes do Instagram, da ring light e dos filtros, a pele luminosa já era um dos códigos mais antigos de beleza. De Cleópatra a Audrey Hepburn, o fascínio pelo glow nunca foi só estético, sempre foi simbólico. Pele que reflete luz comunica juventude, saúde, frescor. Um rosto que parece acordado. Vivo.

A ciência confirma o que o olhar já intui. Quando a pele é firme, hidratada e com textura uniforme, ela reflete mais luz. Com o tempo, o colágeno diminui, a inflamação aumenta, a oxidação se acumula  e a superfície perde a capacidade de devolver brilho ao ambiente. 

Mas o glow fala de mais coisas. Sociólogos mostram que a gente lê pele radiante como um sinal de bons hábitos: sono, alimentação, autocuidado. Já uma pele opaca, cansada ou inflamada ativa associações de excesso, estresse, descuido, mesmo quando isso não corresponde à realidade. 

Por trás do brilho, existe um trabalho invisível: defender a pele do estresse diário, do sol, da poluição, da oxidação, preservar o colágeno, uniformizar o tom e manter a arquitetura que sustenta o glow quando o filtro vai embora. É aí que entra a vitamina C, que deixou de ser apenas um ativo e passou a funcionar como uma tecnologia de performance da pele, protegendo contra os danos do dia a dia para que o viço seja real, e não apenas ótico.

É exatamente essa lógica que a Sallve traz no novo Bastão de Vitamina C 10%:  um stick de uso direto na pele, criado com tecnologia de dupla camada: no centro, vitamina C pura com astaxantina; por fora, ceramidas e centella asiática, que protegem o ativo, evitam oxidação e reduzem irritação, com um toque aveludado que dá o glow, mas sem deixar o aspecto oleoso.

O resultado é mais luminosidade, firmeza e uniformidade, com ação antioxidante e anti poluição e aprovado até para pele sensível.

Com o cupom EATYOURNUTS10, você ganha 10% off em compras acima de R$149 no site da Sallve.

A nova cultura do sexo seguro

Durante muito tempo, a saúde sexual foi organizada em torno de uma pedagogia do medo. Camisinha, teste de DST e pílula do dia seguinte eram menos ferramentas de cuidado e mais lembretes de que algo tinha dado errado. A geração Z está desmontando esse modelo. Para ela, sexo não é um território excepcional, é apenas mais uma camada da gestão do corpo, ao lado de sono, alimentação, humor, pele e performance emocional. A prevenção deixa de ser punição e passa a ser manutenção.

Isso muda o lugar simbólico desses objetos. Quando a pílula do dia seguinte vira “girl breakfast” ou quando o PrEP (medicamento preventivo contra o HIV comumente usado por homens gays) aparece no perfil do Grindr, o que está em jogo não é banalização, mas normalização. A saúde sexual entra na lógica da vida cotidiana. Como passar filtro solar, tomar probiótico ou marcar terapia. O corpo deixa de ser algo que só reage ao dano e passa a ser algo que se antecipa a ele.

Essa virada só se tornou possível porque…

O yuzu foi só o começo: os novos cítricos do Japão

O yuzu já virou mainstream. Mas ele é só a porta de entrada para um universo muito maior de cítricos japoneses que começa agora a aparecer nos menus mais atentos do mundo. Sudachi, kabosu, shikuwasa, hebesu… nomes que ainda soam exóticos, mas que no Japão funcionam como marcadores de estação, textura e emoção dentro de um prato. Eles não estão ali para substituir o limão, estão ali para dizer algo que o limão não consegue. No link, a história por trás dessas frutas e por que elas estão prestes a sair das cozinhas japonesas para o resto do mundo. (gift ink)

O que acontece quando aquilo que chamamos de lixo vira arte? A fotógrafa Rhea Gupte transformou cascas de batata, cascas de ovo, talos e restos de comida em instalações congeladas exibidas em Londres, um gesto tão poético quanto político. Sua série Compost usa o desperdício doméstico como matéria-prima para falar de escassez, privilégio, impermanência e dos sistemas invisíveis que sustentam o que comemos. Ao congelar o que normalmente descartamos, Gupte nos obriga a encarar o ciclo completo daquilo que chamamos de “consumo”: crescimento, uso, sobra, decomposição — e, quem sabe, renascimento.

Você está concorrendo automaticamente ao ranking que vai premiar os 5 leitores que trouxerem o maior número de novos inscritos para a EYN até o fim da campanha. Os prêmios? Uma moleskine exclusiva da EAT YOUR NUTS + a revista impressa especial EYN e iLove.e (edição colecionável e limitada), além de uma tote bag super cool!

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