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- #239 - A volta da linguagem como cola cultural
#239 - A volta da linguagem como cola cultural
🥜📮 - Quando a descoberta deixa de ser linear, a linguagem passa a definir como marcas são interpretadas, resumidas e recomendadas.
“Não chore porque acabou. Sorria, porque aconteceu.”
― Dr. SEUSS

Canetas emagrecedoras, hábitos mais saudáveis e aumento no custo de vida derrubam o consumo de álcool – e as multinacionais não sabem o que fazer com os estoques.
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A empresa por trás da Las Vegas Sphere quer levar a experiência imersiva para a região de DC. Um “mini-Sphere” com 6 mil lugares está nos planos para National Harbor, a 15 minutos da capital.
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G-e-n-i-a-l! O monstro da responsabilidade para pessoas que se distraem facilmente. Sim, este é um app para Mac que faz você se comprometer com uma tarefa e bloqueia tudo o mais até que você a conclua.
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Existe algo curiosamente inesperado em planejar férias que ainda não foram criadas, sobretudo quando o roteiro aponta para a Lua.
Um canal no YouTube que explora, com olhar curioso e estético, novas formas de morar e viver. Do off-grid aos microapartamentos, passando por tiny houses e projetos autorais, ele reúne ideias criativas, sustentáveis e nada óbvias, provando que arquitetura também pode ser manifesto.
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O Canal Brasil acaba de lançar o DOC Canal Brasil, o primeiro serviço de streaming do país, dedicado exclusivamente ao gênero documental brasileiro. A plataforma estreia inicialmente como um canal dentro do Prime Video, com um catálogo de cerca de 2 mil produções, entre filmes, séries e programas.
Saiu o primeiro especial Neve do Guia EYN. Convidamos a Camila Cilento para dividir suas dicas valiosas das Dolomitas, que em breve vão estar na sua TV nas Olimpíadas de Inverno!

A volta da linguagem como cola cultural

Em momentos de incerteza cultural, social e econômica, as marcas costumam reagir de duas formas aparentemente contraditórias: tentando inovar rápido e, ao mesmo tempo, buscando conforto no que já é familiar. É exatamente essa tensão, entre avanço e reconhecimento, que está redefinindo a linguagem das marcas hoje.
Segundo análise do The Future Laboratory, vivemos um cenário marcado por volatilidade fiscal, aceleração tecnológica e adoção massiva de IA. Nesse contexto, não basta lançar novos formatos ou estar presente em mais plataformas. O que sustenta a relação com o público é como a marca fala e o que essa fala faz sentir.
Em tempos fragmentados, familiaridade vira valor.

O que está acontecendo com essa repentina obsessão por 2016?

Antes de tudo, pense nisso: por que, em pleno início de 2026, uma geração inteira começou a repostar fotos, filtros e memes de um ano que muitos lembram como turbulento, e que nem faz tanto tempo assim? O fenômeno viral que está dominando plataformas como Instagram e TikTok não é só um revival estético; ele diz algo sobre como vivemos a cultura digital hoje, sobre o peso das memórias formativas e sobre o desejo coletivo de revisitar um tempo em que a internet parecia mais leve e menos dominada por algoritmos e IA. No Washington Post, editores de diferentes gerações conversam sobre esse “amor por 2016”: o que está por trás dele, o que ele revela sobre a nostalgia da internet e por que essa retrospectiva pode dizer mais de nós, e do presente, do que imaginamos. (gift link)

A paisagem não é cenário, é processo

O trabalho de Sam Falls nasce do encontro entre tempo, natureza e acaso. Em vez de pintar paisagens, ele deixa que elas aconteçam: estende grandes telas ao ar livre, cobre com plantas locais — flores silvestres, algas, gramíneas, ervas invasoras — e lança pigmentos ao vento. O clima faz o resto. O resultado é quase um registro sensorial dos lugares. A umidade da noite, a ausência de chuva, a força (ou não) do vento definem cores, contornos e silhuetas deixadas pelas plantas, como vestígios do que passou por ali. Entre Los Angeles e o interior de Nova York, Falls cria uma ponte improvável entre ecossistemas opostos, e lembra que paisagem não é cenário, é processo.



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