“É a confiança em nosso corpo, mente e espírito que nos permite continuar procurando novas aventuras.”
― Oprah Winfrey

A Etsy vende o aplicativo de moda de segunda mão Depop para o eBay por US$ 1,2 bilhão.
Pesquisadores da Universidade de Maryland desenvolveram pequenos sensores vestíveis para monitorar a saúde intestinal das pessoas... analisando seus gases. (gift link)
“A moda é arte” anunciado como tema do Met Gala 2026.
Cineasta com deficiência cria o primeiro sistema de câmera para cadeiras de rodas do mundo.
O filho de Rob Reiner se declara inocente pelo assassinato de seus pais.
Sim, o apse do apse… chocolate está sendo roubado sob encomenda, e agora lojas estão vendendo barras em caixas antirroubo.
México mata chefe de cartel; terror explode em represália. Autoridades disseram que o localizaram ao rastrear uma namorada e mataram seu braço-direito, El Tuli, responsável pelos bloqueios. O total de mortos já passa de 70.
Partes da cidade de Nova York receberam 48 centímetros de neve, de acordo com o prefeito Zohran Mamdani, e as autoridades afirmaram que essa pode ser considerada uma das 10 piores tempestades de neve da cidade nos últimos 150 anos.
CEO da Enel afirma que “só Jesus Cristo” resolverá apagões em SP se quedas de árvores persistirem.
A Universal Music Group e a Virgin Music Group concluíram a aquisição da Downtown Music por US$ 775 milhões.
Pela primeira vez, um Airbus A380 pousa em Guarulhos após voar sem escalas da Austrália.
Homem armado é baleado e morto após invadir perímetro ao redor da residência de Trump na Flórida.

Uma mini cidade com a marca Mercedes-Benz está chegando a Dubai, e é enorme.
Uma dica certeira para descobrir podcasts com mais curadoria (e menos algoritmo): os editores da Hark garimpam os melhores trechos entre milhões de episódios e organizam tudo em playlists temáticas: verdadeiras mixtapes de podcasts montadas a partir dos seus interesses.
Às vésperas de completar 80 anos, Liza Minnelli decidiu que era hora de assumir o microfone — agora em forma de livro. A nova autobiografia, Kids, Wait Till You Hear This, chega nesta primavera prometendo memórias sem filtro.Entre casamentos turbulentos (incluindo Peter Allen e David Gest), festas lendárias, abuso de substâncias e bastidores de palco, Minnelli entrega histórias com o mesmo drama e timing que marcaram sua carreira. O impulso para o livro? Um episódio de etarismo que a fez reagir — especialmente por acontecer em seu território sagrado: o palco.
A nova alternativa ao concreto na arquitetura acaba de ganhar forma, literalmente. O estúdio mexicano Manufactura desenvolveu o Corncretl, um material à base de milho produzido com tecnologia de impressão 3D. Se o concreto moldou as cidades do século 20, talvez sejam os biomateriais que desenhem o século 21.
Pesquisadores do MIT desenvolveram uma maneira de mapear o tráfego de pedestres em Nova York... e isso pode ser aplicado a outras cidades.
A Apple está supostamente trabalhando em um iPhone dobrável que poderá ser lançado ainda este ano.
A última tendência em relógios é um charme…
A internet está delirando com o “Botox natural”. Será que funciona?
Um século após a morte de Gaudí, sua obra-prima mais ambiciosa, a Sagrada Família, está finalmente chegando ao fim. Rajan Datar grava os bastidores das esculturas finais sendo preparadas para instalação na icônica basílica.
Já faz um tempinho que vi e não dividi com vocês a propaganda provocadora da empresa de inteligência artificial Anthropic que provocou a rival OpenAI. Em uma série de comerciais, a companhia explicou o motivo de ser contra a presença de anúncios em chatbots, algo que em breve vai se tornar realidade no mercado.
Um desenvolvedor brasileiro resolveu testar um limite: usar tecnologia para monitorar o poder público em tempo real. Bruno César criou uma ferramenta que cruza mais de 70 bases de dados abertas (IBGE, SUS, TSE, Banco Central, entre outras) para mapear conexões financeiras de agentes públicos, além de comparar valores pagos com preços de mercado para identificar transações fora do padrão ou indícios de superfaturamento.
Uma nova pesquisa mostra o que o tempo excessivo diante da tela realmente causa no cérebro de uma criança antes dos 5 anos. Leitura importante para todos os pais.
As melhores imagens da cerimônia de encerramento das Olimpíadas de Inverno.
Como as viagens nos moldam
O antropólogo Tim Ingold defende que não aprendemos o mundo de fora para dentro, como quem acumula informações, mas habitando: caminhando, repetindo gestos, ajustando o corpo ao ambiente. A experiência não se deposita na memória como um souvenir, ela reorganiza a forma como estamos no mundo.
Viajar não muda apenas o endereço por alguns dias.
Muda o jeito como você observa, escolhe, consome e se move pelo mundo.
Depois de um tempo, você percebe: não é mais sobre colecionar destinos, mas sobre aquilo que permanece quando você volta. O ritmo desacelera. O olhar fica mais atento. O excesso perde o apelo. A curiosidade ganha espaço.
Talvez seja um café forte tomado em silêncio numa manhã qualquer. Talvez o hábito de caminhar sem destino. Ou a forma como você passa a escolher roupas, livros, restaurantes — menos pelo óbvio, mais pelo que faz sentido.
Viajar ensina a viver melhor no cotidiano. Transforma antes o corpo do que o discurso. Antes o ritmo do que a opinião. Antes o gesto do que a decisão.
A gente aprende a circular. A se adaptar. A entender códigos que não são os nossos. A escutar mais do que falar. A perceber que conforto não é luxo, é familiaridade. É conseguir manter pequenos rituais mesmo quando tudo ao redor é novo.
Com o tempo, essa experiência começa a atravessar tudo. Não como um plano consciente, mas como um ajuste silencioso do cotidiano.
Ela atravessa o trabalho que você faz, as referências que consome, o jeito como organiza a vida. E, inevitavelmente, a forma como lida com dinheiro. Porque, como lembra Ingold, viver é um processo contínuo de ajuste entre movimento e ambiente, e o dinheiro também faz parte desse movimento.
Quando a vida deixa de ser local, insistir em estruturas pensadas para um único lugar começa a gerar ruído. Não por falta de opção, mas por falta de fluidez. O problema não é técnico. É existencial.
É nesse ponto que soluções globais deixam de ser algo “para viagem” e passam a fazer parte da rotina. Não como símbolo de status, mas como continuidade. Como prática aprendida fora e incorporada em casa.
A C6 Conta Global nasce exatamente desse entendimento: o de que circular pelo mundo não deveria exigir rupturas artificiais no dia a dia. Ter uma conta internacional integrada ao mesmo app que você já usa, pagar com moeda local sem fricção, ou manter o dinheiro investido enquanto planeja o próximo destino não é sobre performance — é sobre acompanhar o fluxo da vida.
Uma ferramenta que respeita o ritmo de quem vive em movimento. Sem excesso. Sem ocupar espaço demais na cabeça. Porque, no fim das contas, viajar molda quem você é.
E quando isso acontece, o mundo deixa de parecer distante, complicado ou inacessível. Ele vira extensão da sua própria rotina.
Talvez a pergunta não seja para onde você vai depois. Mas sim: como as viagens moldam você?

O leite materno já não é apenas para bebês…

Na busca obsessiva por juventude eterna, pele viçosa, intestino regulado e imunidade blindada, o novo queridinho do wellness americano é o colostro: a primeira forma de leite produzida por mamíferos após o parto, rica em anticorpos e nutrientes, conhecida entre mães como “ouro líquido”. Pois é, aquele mesmo.
Calma. O que está sendo consumido não é leite materno humano, mas colostro bovino em pó, vendido como suplemento premium. A promessa? Melhorar pele e cabelo, fortalecer músculos, reduzir inflamação, turbinar o microbioma e, implicitamente, devolver seu corpo a uma versão mais jovem e “original”.
O hype é real. As vendas de suplementos nos EUA ultrapassaram US$ 22 milhões no último ano, um salto de mais de 3.000% em dois anos. Ainda é pequeno perto de mercados bilionários como colágeno e melatonina, mas o ritmo é de foguete. Marcas como…


Você já se pegou rolando o feed, abrindo 17 abas, respondendo a e-mails que não importam e, ainda assim, não fazendo aquilo que realmente precisa? Procrastinar talvez não seja falha de caráter, pode ser arquitetura cerebral. A Wired mergulha na neurociência por trás da auto-sabotagem produtiva e explica por que seu cérebro insiste em escolher o alívio imediato em vez do que realmente importa. Um texto que muda a conversa de “falta de disciplina” para “conflito neural”. Dá vontade de se entender melhor antes de abrir outra aba.


Rana Begum nasceu em Bangladesh e cresceu na Inglaterra sem sequer imaginar que poderia ser artista — foi desenhando com lápis de cor, ainda sem falar inglês, que encontrou sua primeira forma de pertencimento. Hoje, combina minimalismo americano com as geometrias e repetições da arquitetura islâmica para criar obras que parecem pinturas, mas são estruturas industriais de metal, malha e refletores. As cores mudam conforme o espectador se move, cinéticas sem se mover, criando misturas ópticas que acontecem literalmente nos olhos de quem vê. Dos museus à Bienal de Gwangju, sua trajetória atravessa continentes, mas mantém a mesma obsessão: transformar luz, espaço e repetição em experiência sensorial.

Rana Begum com sua obra No. 1272 Chainlink (2023).Aric Attas, cortesia da Galeria em Windsor


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