“Sinceramente, acho que é melhor fracassar em algo que você ama do que ter sucesso em algo que você odeia.”
― George Burns

Os australianos devem comprovar que têm mais de 18 anos para acessar conteúdo pornográfico, de acordo com as novas leis.
O número de demissões por justa causa disparou no último ano: o volume registrado foi quase três vezes maior do que em 2019, período anterior à pandemia - no total, 638 mil pessoas foram afetadas.
12 anos depois, famílias do voo MH370 pedem que buscas continuem.
Love Story bate recordes como a série limitada mais assistida de todos os tempos no HULU e na Disney+, com 25 milhões de horas transmitidas dos primeiros 5 episódios.
Quentin Tarantino planeja montar uma peça original no West End de Londres neste outono.
Lionel Messi agora ganha entre US$ 70 milhões e US$ 80 milhões por ano jogando pelo Inter Miami.
Um YouTuber do Reino Unido usou 500 baterias velhas de cigarros eletrônicos para alimentar um pequeno carro elétrico.
Uma mulher norte-americana condenada por entrar clandestinamente num voo Nova York-Paris em 2024 foi agora detida por ter feito o mesmo em Milão.
A Assembleia de Especialistas do Irã, composta por 88 membros, elegeu Mojtaba Khamenei como o próximo líder supremo do país, sucedendo seu pai, Ali Khamenei.
Centenas de pessoas evacuadas após cidade australiana ser invadida por crocodilos.
Uma nova fronteira contra a queda de cabelo. Sim, a startup japonesa OrganTech diz ter criado folículos capilares em laboratório usando uma nova combinação de células-tronco.

A Apple lançou o MacBook Neo, um novo laptop pensado para quem quer entrar no ecossistema da marca sem pagar os preços tradicionais: ele custa US$499 para estudantes e US$599 para o público geral. A proposta é clara, um Mac “de entrada”. Para chegar nesse valor, porém, a empresa teve que cortar alguns recursos que normalmente fazem parte da experiência MacBook. O resultado é um computador com especificações suficientes para tarefas do dia a dia, mas com algumas ausências importantes que revelam até onde a empresa precisou ir para criar seu laptop mais acessível.
Gosta de joguinhos? Adivinhe o filme em cinco citações de áudio ou menos - há um novo filme todos os dias.
Um anel que monitora sua saúde não é exatamente novidade, o desafio sempre foi transformar dados em mudança real de hábito. É aí que entra a CUDIS, startup que lançou um smart ring com um “AI coach” embutido. O dispositivo acompanha métricas como sono, estresse, movimento e recuperação e, a partir desses dados, sugere tarefas diárias, planos de recuperação, suplementos e até encaminhamentos para profissionais de saúde. O app ainda gamifica o processo: hábitos saudáveis viram pontos que podem ser trocados por produtos no marketplace da plataforma. A empresa afirma já ter vendido mais de 30 mil anéis e acumulado 250 mil usuários em 103 países.
Barbie comemora o Dia Internacional da Mulher com a primeira equipe dos sonhos da Barbie, formada por mulheres que são exemplos globais
Este iceberg já foi o maior do mundo. Agora, restam-lhe apenas algumas semanas de vida.
Considerada uma das cidades mais bilíngues dos Estados Unidos, Miami é composta por uma população majoritariamente hispânica e latina. Nas últimas décadas, o espanhol se misturou com o inglês americano, resultando em um novo dialeto com expressões e frases próprias.
O Buddharoid foi projetado para apoiar o clero budista, já que a infraestrutura religiosa do Japão enfrenta um declínio constante. Ele utiliza um sistema chamado BuddhaBot-Plus, uma IA generativa especializada derivada do ChatGPT da OpenAI, que foi amplamente treinada em escrituras sagradas budistas. Isso permite que o robô forneça orientação espiritual sobre questões pessoais e sociais, como um monge real faria.
A Merit estabelece uma parceria com Deborah, uma senhora de 89 anos, após receber um e-mail de um cliente em setembro apresentando-a como a “super fã” número um da marca.
Smartphones para animais de estimação? Este dispositivo vestível permite que seus animais de estimação liguem para você quando precisarem de atenção.
Quais são os animais mais mortíferos do mundo e podemos nos proteger contra eles?

A economia na era da inteligência artificial

©Citrine Research
Um exercício recente da consultoria macroeconômica Citrini Research propõe um cenário provocativo: imaginar como seria uma crise econômica global causada não por falhas da inteligência artificial, mas pelo seu sucesso extremo.
O texto, escrito como se fosse um relatório de 2028 olhando para trás, descreve um possível “choque de inteligência”, em que a capacidade das máquinas de executar tarefas cognitivas passa a substituir rapidamente milhões de empregos qualificados. A produtividade das empresas dispara, os lucros aumentam e o mercado financeiro inicialmente celebra. Mas, pouco a pouco, surge um problema estrutural: a economia continua produzindo mais, enquanto cada vez menos pessoas têm renda para consumir.
Os autores chamam esse fenômeno de “Ghost GDP”, uma economia que cresce no papel, mas cuja produção deixa de circular entre as famílias. A lógica é simples. Durante décadas, o crescimento econômico foi sustentado…

A saúde intestinal dos bebês é a nova obsessão dos pais e das startups

©Amelia Adams
Um novo tipo de ansiedade parental está criando um mercado bilionário: o de “otimizar” o microbioma dos bebês. Testes de fezes que custam centenas de dólares, suplementos probióticos e até recomendações curiosas, como deixar a criança brincar na terra ou conviver mais com animais, prometem moldar as bactérias do intestino desde cedo. A ciência até sugere que os primeiros anos são cruciais para a formação do microbioma e podem influenciar na imunidade e doenças futuras, mas muitos pediatras alertam: o entusiasmo comercial pode estar correndo bem à frente das evidências. (gift link)

Uma artista que transformou o indizível em imagem

Semana passada fui visitar a FAS, uma das lojas de iluminação mais conhecidas de São Paulo (se não do Brasil), e me deparei com um verdadeiro universo dedicado ao trabalho de Ingo Maurer. Entre peças delicadas, quase etéreas, e outras cheias de humor, fica claro por que o designer alemão é tratado como um poeta da luz.
Nascido em 1932 na ilha de Reichenau, no sul da Alemanha, ele começou sua trajetória estudando tipografia e design gráfico, antes de ampliar seu repertório criativo durante uma viagem de três anos pelos Estados Unidos. Foi nesse período que seu olhar começou a se voltar para a iluminação como campo de experimentação artística.
Ao longo das décadas, Maurer desenvolveu uma abordagem singular: em vez de esconder a lâmpada, ele a transformava em protagonista. Suas luminárias exploram materiais inesperados — papel, porcelana, penas, vidro e fios aparentes — criando objetos que transitam entre design e arte. Não à toa, suas criações ganharam espaço em importantes coleções e museus ao redor do mundo, incluindo o Museum of Modern Art (MoMA), em Nova York, onde algumas de suas peças seguem expostas como ícones do design.
Maurer faleceu em 21 de outubro de 2019, aos 87 anos, mas seu legado permanece vivo.


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