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Edição #247
Tempo de leitura: 15 minutos

Um bom amigo é como um trevo de quatro folhas: difícil de encontrar e uma sorte tê-lo.
Provérbio Irlandês

Os preços do petróleo dispararam após o ataque a um campo de gás iraniano.

Físicos que investigam a natureza fundamental da matéria anunciaram a descoberta de uma nova partícula semelhante ao próton, lançando luz sobre as forças que mantêm unidos os menores objetos do universo. 

A FIFA rejeita o pedido do Irã para transferir seus jogos da Copa do Mundo para o México, em meio ao atual conflito com os EUA. 

A Itália emitiu um alerta sobre o risco iminente de explosão de um petroleiro russo. Sob sanções, danificado e carregado de combustível, o navio está à deriva no Mediterrâneo, fora de controle e sem tripulação.

O Japão está dando luz verde a tratamentos que utilizam células humanas reprogramadas.

O CEO da Apple, Tim Cook, pôs fim às especulações sobre sua aposentadoria, afirmando ao programa Good Morning America que “não consegue imaginar a vida sem a Apple”.

A multinacional americana General Mills decidiu sair do mercado brasileiro e fechou a venda de seus ativos locais para o Grupo 3corações por aproximadamente R$ 800 milhões. A transação envolve marcas bastante populares no Brasil, como Yoki e Kitano, além da transferência de duas unidades industriais.

Sem combustível e sem comida, Cuba vai permitir pela primeira vez desde a revolução de 1959 que seus exilados, inclusive os que moram nos EUA, abram empresas e bancos no país. 

A BBC acaba de publicar uma reportagem detalhada, na qual 12 ex-funcionários da Meta e do TikTok afirmam que conteúdos de caráter provocativo (ou destinados a gerar raiva) eram considerados uma moeda de troca.

Quanto a Chalamet, ele ainda está sendo alvo de piadas… Conan O’Brien não perdeu a oportunidade no Oscar.

foto da leitora Maria Helena Pessoa de Queiroz, mas podia ser você...

Programa de Indicação

Não é clickbait: quem compartilha a newsletter Eat Your Nuts ganha presente, sim!

Como funciona? No fim de cada edição da newsletter existe um link único, só seu, para você compartilhar com quem quiser e indicar a Eat Your Nuts.

Os 5 nutters que trazem mais novos inscritos ganham: revista impressa + moleskine + tote bag da EYN. E a melhor parte: de tempos em tempos os presentes mudam, então você pode ganhar várias e várias vezes. Agora é com você. Compartilhe com todo mundo e concorra aos seus merchs da Eat Your Nuts.

Como resgatar o canto de uma ave da beira da extinção? Em um novo estudo, melífagos-regentes selvagens atuaram como tutores vocais, ensinando seu canto em extinção a aves em um programa de reprodução em cativeiro. (gift link)

As estranhas criaturas do fundo do mar que se alimentam de…baleias. As imagens dessa matéria são impressionantes.

Os fungos capazes de decompor fraldas plásticas.

Por que a banana está ameaçada?

Descubra o quão raro você é, estatisticamente, entre 8 bilhões de pessoas, com questionários sobre características físicas, genética, psicologia e experiências de vida.

Já falei do meu amor por rhubarb (ruibarbo né?) … então imagina provar essa receita?

Uau. Este marco arquitetônico de 1946 ilustra a visão de Schindler de harmonizar a arquitetura com a natureza. Recentemente restaurado, está agora à venda por US$ 6,35 milhões. Por aqui, a gente segue sonhando…

O mistério mais famoso da arte de rua talvez nunca tenha sido tão secreto assim. Uma investigação da Reuters revisitou pistas antigas, de registros judiciais nos EUA a relatórios policiais em Nova York, e reforçou a teoria de que Banksy seria Robin Gunningham, artista nascido em Bristol que teria mudado de nome em 2008 para David Jones. Nada exatamente bombástico. Mas o interessante não está no “quem é”, e sim no “como se sustenta”: a apuração mostra que o anonimato de Banksy sempre contou com uma engrenagem bem lubrificada — jurídica, comercial e cultural — que ajudou a manter o mito de pé. Afinal, no caso dele, o mistério também é produto. E quer saber? Provavelmente ele vai vender ainda mais agora.  (gift link)

A Havaianas relançou a Tradi, primeiro modelo de chinelo da marca criado em 1962 e que nunca teve seu design original alterado. 

Veja um robô capaz de jogar tênis com 96% de precisão.

Uma enxurrada de vídeos e imagens falsas geradas por IA está distorcendo a percepção do conflito no Oriente Médio, e viralizando como se fossem reais. Em apenas duas semanas, um único vídeo mostrando mísseis iranianos atingindo Tel Aviv apareceu em mais de 300 posts e somou dezenas de milhões de visualizações, apesar de o ataque nunca ter acontecido. Outros conteúdos fabricados seguem a mesma lógica: forças especiais americanas supostamente capturadas pelo Irã, ou até o porta-aviões USS Abraham Lincoln em chamas, cena que chegou a ser citada por autoridades iranianas antes de ser desmentida. Levantamento do The New York Times identificou mais de 110 peças únicas de conteúdo falso sobre o conflito nesse curto período. Para especialistas, como o pesquisador Shayan Sardarizadeh, da BBC Verify, este pode ser o primeiro grande conflito a bater recordes na disseminação de desinformação gerada por inteligência artificial.

Por que a cor é tão importante para nós?

Caminhar hoje por um estacionamento, por um shopping, por qualquer feed é como deslizar por um mundo dessaturado. Os carros são quase todos pretos, brancos, cinzas ou prateados — mais de 80% dos novos veículos, segundo os maiores fornecedores de tinta automotiva.

As marcas que antes estampavam logos coloridos agora preferem preto sobre branco. Até o cinema anda cinza: filmes gravados em cenários exuberantes são passados por filtros azulados e sombrios que nivelam tudo em melancolia.

Essa retração cromática não é só moda, é sintoma.

© Reprodução Suvinil

Mas a Suvinil e a sua nova plataforma Cor Muda Tudo, que celebra a energia, criatividade e pluralidade brasileiras, está dizendo em voz alta algo que o Brasil sempre soube: cor transforma, porque aqui ela nunca foi apenas cor: é identidade.

E se existe um lugar onde essa relação entre cor, pertencimento e memória nunca foi teoria, mas prática cotidiana, ele fica em Salvador.

O Candeal, bairro que nasceu da resistência. Berço da Timbalada, quilombo urbano, território que nunca pediu permissão para ser vibrante. Foi ali que a Suvinil, dentro da plataforma Cor Muda Tudo, chegou para celebrar a cor que já existia.

A paleta de 14 cores, como Geleia de Goiaba, Tijolo Flamboyant, Borboleta Azul e Força Interior, não foi imposta. Foi criada com diálogo, veio das fachadas, das memórias, do afeto de quem mora ali.

Mais de 150 casas revitalizadas; uma escadaria que virou símbolo; uma comunidade que co-criou a própria identidade cromática.

Publi Editorial para a Suvinil.

O que gera reação, gera retenção!

© BBC/Getty Images

Tem coisas que a gente já suspeitava, mas ver isso documentado é outra história. Uma investigação da BBC ouviu 12 ex-funcionários de Meta e TikTok e revelou o que muitos algoritmos nunca disseram em voz alta: indignação engaja. E muito.

Segundo os depoimentos, havia evidências dentro das próprias empresas de que conteúdos que despertam indignação, raiva ou choque geram mais cliques e, em vez de serem contidos, acabavam sendo impulsionados. No caso da Meta, ex-colaboradores afirmam que conteúdos “limítrofes”, como desinformação e discurso de ódio, foram deliberadamente mais tolerados para competir com o crescimento do TikTok. Já no TikTok, denúncias apontam que casos graves envolvendo menores, como cyberbullying e exploração de menores, por vezes recebiam menos prioridade do que conteúdos ligados a figuras políticas.

No fim, a engrenagem parece simples e desconfortável: quanto mais reação, mais retenção. E talvez seja justamente isso que esteja moldando, silenciosamente, o que a gente vê todos os dias.

Adam Hillman tem o dom de transformar objetos do cotidiano em algo discretamente hipnotizante.

Sabe aquele tipo de artista que faz você olhar duas vezes, e depois querer tentar em casa? O americano Adam Hillman construiu sua assinatura exatamente assim: organizando objetos banais em composições hipnotizantes.

Do nada, elásticos viram padrões gráficos, frutas viram estudos de cor, e objetos cotidianos ganham uma estética quase meditativa. Com forte influência do design gráfico e do minimalismo, o trabalho dele mistura precisão e brincadeira, tudo milimetricamente pensado, mas com cara de experimento.

Não à toa, começou como hobby no Instagram e virou linguagem própria. Hoje, Hillman transita entre arte, design e branding, colaborando com marcas e ocupando galerias, sempre com a mesma proposta silenciosa: mostrar que o extraordinário pode estar na forma como a gente organiza o ordinário.

© Adam Hillman.

© Adam Hillman.

© Adam Hillman.

Você está concorrendo automaticamente ao ranking que vai premiar os 5 leitores que trouxerem o maior número de novos inscritos para a EYN até o fim da campanha. Os prêmios? Uma moleskine exclusiva da EAT YOUR NUTS + a revista impressa especial EYN e iLove.e (edição colecionável e limitada), além de uma tote bag super cool!

Quanto mais você indicar, mais chances de ficar no Top 5.

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