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Edição #248
Tempo de leitura: 22 minutos

O amor é uma decisão, é um julgamento, é uma promessa. Se o amor fosse apenas um sentimento, não haveria fundamento para a promessa de amar um ao outro para sempre.
Erich Fromm, de "A Arte de Amar"

O Canva planeja abrir o capital no próximo ano, à medida que muda seu foco para ferramentas de design baseadas em inteligência artificial.

Eles ouviram nossos pedidos: Instagram passa a permitir reordenar fotos e vídeos no carrossel após publicação.

As uvas Pinot Noir utilizadas atualmente são geneticamente idênticas às consumidas há cerca de 600 anos, de acordo com resultados divulgados. O estudo sequenciou os genomas de 54 sementes de uva que datam de aproximadamente 4.000 anos. 

“Ele gostava do medo”, dizem sobreviventes de Epstein à BBC TV.

No último ano, as empresas brasileiras desembolsaram mais de R$ 50 bilhões em ações trabalhistas, o maior valor já registrado na série histórica.

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou que está desenvolvendo seu próprio assistente de IA para ajudá-lo no trabalho.

O WhatsApp está planejando uma grande reformulação da plataforma, introduzindo nomes de usuário e IDs exclusivos em vez de números de telefone, permitindo que os usuários enviem mensagens e façam chamadas de voz ou vídeo sem compartilhar números. 

‌Pela primeira vez em mais de 50 anos, quatro astronautas farão uma viagem de mais de 800 mil quilômetros ao redor da Lua, como parte da missão Artemis II da NASA. 

Fleury se une com Porto Seguro e Oncoclínicas para potencial criação de nova empresa.

Leonid Radvinsky, fundador do OnlyFans, sob cuja gestão a receita da plataforma de conteúdo adulto ultrapassou US$ 1,3 bilhão em cinco anos, morreu de câncer aos 43 anos.

A Estée Lauder está em negociações para adquirir a empresa espanhola de produtos de beleza Puig, proprietária de marcas como Charlotte Tilbury. A empresa resultante da fusão poderia atingir um valor de US$ 40 bilhões.

Sempre certeiros, o The Pudding fez esse ensaio visual interativo que acompanha a jornada de um casal pela fertilização in vitro, contada por meio de dados e narrativas pessoais.

Um museu dedicado à cultura jovem britânica, e às nossas fases culturais tão voláteis, abre as portas no dia 15 de maio, em Camden, Londres. O acervo reúne mais de 100 mil itens que atravessam diferentes tribos e épocas: dos mods aos punks, dos ravers aos emos, além de muitas outras tendências passageiras que hoje provocam uma mistura de nostalgia e leve constrangimento. Se a ideia é revisitar (e até rir de) tudo o que já esteve em alta, vale incluir a visita no roteiro. 

Com o preço do petróleo subindo e o mundo meio instável, os carros elétricos estão ficando cada vez mais atraentes. E a BMW entrou nessa com tudo: o novo sedã elétrico i3 vem com um design super futurista, bem diferente do que a marca costuma fazer, marcando uma nova fase.

Com mais de 2 bilhões de pessoas, a Geração Alfa é a maior geração da história. O mais velho completa apenas 16 anos este ano e o mais novo é um recém-nascido, mas eles já estão remodelando a cultura de consumo. Desde responsabilizar as marcas pelo greenwashing até influenciar as decisões de viagem e compras dos pais, vem entender o que está acontecendo e o que vale a pena acompanhar.

A primeira sauna retrátil do mundo pode encolher até o tamanho de uma estante. 

A Chanel lançou uma campanha de bolsas com um vídeo dirigido por Michel Gondry, que retorna com uma releitura do clipe que criou em 2002 para a música "Come into my world", de Kylie Minogue. 

De um podcast autobiográfico sobre as ansiedades da maternidade a um programa de debates literários, essa é a lista da BBC com os oito melhores podcasts de 2026 até agora. 

A marca suíça Okapa apresentou os bastidores técnicos de sua garrafa de água de luxo — dos materiais aos mecanismos e processos de fabricação — em um vídeo exclusivo produzido pela Dezeen. O fundador Hardy Steinmann passou mais de oito anos pesquisando e testando diferentes combinações até chegar ao design final do produto.

O design japonês se baseia em sete princípios que valorizam a simplicidade e eliminam excessos, criando ambientes/peças que evocam calma, autenticidade e uma sensação de vida. Simplesmente amei esse post que explica tudo isso.

100 pontos turísticos famosos em todo o mundo, que ganharam destaque na TV e no cinema.

Como um homem dançando sozinho virou um movimento — e o que isso tem a ver com a sua carreira

Tem um vídeo de menos de 3 minutos do TED que eu sempre volto a assistir quando preciso lembrar que coragem não é ausência de medo, é agir apesar dele.

Um homem dançando sozinho, sem camisa. Parece meio deslocado, meio cedo demais. Mas até que alguém se levanta e dança com ele. O insight real? O primeiro seguidor é tão corajoso quanto o líder,  e é ele que transforma o "maluco solitário" em referência.

O que esse vídeo me fez pensar: ninguém precisa ser o maluco dançando sozinho, mas ficar sentado na grama enquanto o movimento acontece também tem um custo. O vídeo não é sobre ser pioneiro, é sobre reconhecer o momento certo de se levantar, antes que vire obrigação.

A gente já entendeu que tecnologia — especialmente dados e IA — não é mais uma tendência começando. O movimento já está acontecendo.

Só que existe um lugar meio confortável (e perigoso) entre entender isso… e fazer alguma coisa a respeito.

Ninguém precisa ser o primeiro a dançar. Mas também existe um custo em ficar sentado na grama vendo o movimento acontecer. Talvez a pergunta agora não seja “isso importa?”, mas “quando você entra?”.

E se você está pensando em se levantar agora, um bom primeiro passo é esse aqui: MBA em Dados e Inteligência Artificial da TripleTen.

A TripleTen é a melhor escola de tech dos EUA — e chegou ao Brasil com um MBA feito pra quem já tem experiência em qualquer área e quer usar tecnologia como especialização.

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"Se você encontrar um 'maluco solitário' fazendo algo incrível, tenha coragem de ser o primeiro a se levantar e se juntar a ele." — Derek Sivers

Às vezes, a melhor produtividade hack não é um app. É escolher a especialização certa no momento certo.

O passado é o novo luxo

Sabe aquela sensação de chegar em um jantar e a pessoa mais interessante da mesa não estar falando sobre o próximo lançamento nem sobre IA, mas sobre uma estatueta de bronze de 3.000 anos que ela acabou de ver em um museu em Xangai? Pois é. Esse é o novo flex das elites globais.

Enquanto o mercado de arte contemporânea vive um momento... delicado: vendas caíram 11% em 2024, e os HNWIs (High Net Worth Individuals) com intenção de comprar arte passaram de 54% em 2023 para 40% em 2025 — o mercado de antiguidades está esquentando de um jeito que ninguém esperava. Sim, o negócio é literalmente o oposto do "próximo grande nome".

Por que isso está acontecendo?

A resposta mais óbvia é: overexposição. As marcas de luxo colonizaram o circuito de arte contemporânea tão intensamente que o espaço perdeu a aura de exclusividade. Quando tudo vira ativação de marca, o radar do consumidor ultra-rico, que é extremamente calibrado para detectar o que é genuíno e o que é marketing disfarçado de cultura, começa a procurar outra coisa.

Mas tem uma camada mais profunda nisso.

© Delta

A United acabou de oficializar o sonho secreto de todo passageiro de voo longo: uma nova categoria em que é possível comprar três assentos para transformar em uma cama. Mas isso é só a ponta do iceberg de uma mudança muito maior acontecendo nos céus: a classe econômica está perdendo a guerra territorial dentro dos aviões.

Desde 2020, o número de assentos de primeira classe e executiva em voos domésticos nos EUA cresceu 27%, quase três vezes mais do que a classe econômica, que subiu apenas 10%. Delta, United e American estão reformando frotas inteiras ou comprando jatos novos com proporções cada vez maiores de assentos premium.

A matemática é simples: um assento de economia premium pode custar o dobro de um assento comum, mas ocupa apenas um pouco mais de espaço. Para as companhias aéreas, vender mais premium ajuda a subsidiar os preços da classe econômica e competir com as low-cost. (gift lik)

© Gianni Motti, Moneybox, 2009. Coleção do Museu Migros de Arte Contemporânea. © ProLitteris, Zurique. Foto: Stefan Altenburger Photography, Zurique.

Tem artista que cria obra e tem artista que sequestra a realidade. Gianni Motti é desse segundo tipo. Em vez de produzir algo novo, ele interfere no que já está acontecendo: invade sistemas, reconfigura narrativas, transforma acontecimentos reais em arte, muitas vezes sem ninguém perceber. É como se operasse nos bastidores do mundo, borrando a linha entre fato e ficção, gesto e autoria.

Ele evita entrevistas, não cultiva uma persona pública e muitas vezes nem documenta o que faz. O que só reforça a lógica do trabalho dele: uma arte que existe mais como ideia, rumor ou deslocamento do que como registro.

Um dos gestos mais comentados foi quando declarou como obra um erro médico real, se apropriando de um acontecimento trágico e reposicionando isso no campo da arte. Em outro momento, se infiltrou em espaços institucionais de alto nível só para marcar presença, quase como um corpo estranho dentro de sistemas super controlados. Às vezes, a obra é só isso: ele estar lá.

Talvez por isso ele seja tão atual sem precisar produzir muito. O trabalho dele conversa com um mundo onde narrativa é poder, presença já é performance e a realidade, mediada, editada, remixada, virou território disputado. No fim, fica a provocação: e se a obra mais radical não for criar algo novo, mas editar o próprio real?

Você está concorrendo automaticamente ao ranking que vai premiar os 5 leitores que trouxerem o maior número de novos inscritos para a EYN até o fim da campanha. Os prêmios? Uma moleskine exclusiva da EAT YOUR NUTS + a revista impressa especial EYN e iLove.e (edição colecionável e limitada), além de uma tote bag super cool!

Quanto mais você indicar, mais chances de ficar no Top 5.

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