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Edição #249
Tempo de leitura: 17 minutos

Se você ouvir uma voz dentro de si dizendo ‘você não sabe pintar’, então pinte sem hesitar, e essa voz será silenciada.
Vincent van Gogh

A rodada mais recente da Whoop colocou a empresa no clube das gigantes: foram US$ 575 milhões captados, elevando sua avaliação para US$ 10 bilhões — com nomes como Cristiano Ronaldo e LeBron James apostando no negócio.

A Allbirds, antes estrela do modelo direto ao consumidor, será vendida ao American Exchange Group por US$ 39 milhões, bem abaixo do seu valor de mercado de cinco anos atrás.

Em 2029, a cerimônia do Oscar mudará de local, passando do Dolby Theatre, na Hollywood Boulevard, para o (atualmente chamado) Peacock Theatre, no centro da cidade.

Pesquisadores criaram o Revoice, um dispositivo vestível, confortável e lavável que ajuda pessoas a recuperar a fala depois de um AVC, sem precisar de implantes cerebrais invasivos. É literalmente vestir a voz de volta.

A guerra dos EUA e de Israel contra o Irã é um desastre para o clima, segundo uma análise que conclui que ela está esgotando o orçamento global de carbono mais rapidamente do que 84 países juntos.

12 toneladas de barras de KitKat foram roubadas em um assalto a uma fábrica de chocolates na Europa. 

Ladrões roubam pinturas de Renoir, Cézanne e Matisse em um assalto de três minutos na Itália. 

A McCormick, anunciou uma fusão com a divisão de alimentos da Unilever — um movimento que dá origem a uma nova gigante do setor, avaliada em cerca de US$ 60 bilhões.

Kimi Antonelli vence o Grande Prêmio do Japão e se torna o piloto mais jovem da história da Fórmula 1 a liderar a classificação do campeonato, aos 19 anos. 

As atletas transgênero estão agora excluídas das competições femininas nas Olimpíadas, depois que o COI aprovou, uma nova política de elegibilidade que se alinha ao decreto do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre esportes, em vista dos Jogos de Los Angeles de 2028

Seria o retorno do relógio de bolso?

A Adidas vai trazer de volta seu logotipo em forma de trevo para a Copa do Mundo de 2026. O icônico logotipo não aparece nas camisas do mundial há décadas.

O How To Home é um canal do YouTube com vídeos excelentes que mostram como realizar reparos domésticos comuns: instalar interruptores, consertar vazamentos em torneiras, passar fios por paredes e tetos. Ao contrário de muitos vídeos de "faça você mesmo" filmados com batata, esses têm áudio de alta qualidade, boa iluminação e imagens nítidas — tipo produção profissional pra te ensinar a não contratar um eletricista. Finalmente, DIY que você consegue enxergar o que tá acontecendo.

Os 100 melhores DJs e produtores que estão dominando as pistas de dança atualmente, conforme votação de um júri de 60 especialistas do setor.

Veja qual árvore foi eleita a Árvore Europeia do Ano de 2026 - já adianto que tem uma mais linda que a outra.

O Teatro Undulating Glasshouse em Brisbane é um exemplo brilhante de uso de materiais: o novo teatro é revestido por vidro ondulado que parece quase água em movimento. A fachada captura luz e cria reflexos que mudam conforme o ângulo, arquitetura que literalmente flui.

O NYT traz um excelente perfil dos quatro astronautas da NASA que devem circundar a Lua na próxima missão Artemis, a maior aventura humana no espaço desde a década de 1970. (gift link)

A marca sul-coreana Nonfiction acaba de abrir sua primeira loja no Lower East Side, em Manhattan e ao que tudo indica, não é só mais um endereço de beleza na cidade. Fundada por Haeyoung Cha, a label construiu um culto em torno de fragrâncias sutis, quase terapêuticas, pensadas como um momento de pausa no meio do caos.

O BTG lançou o BTG Trends, a primeira plataforma brasileira de prediction markets: você compra e vende contratos sobre eventos econômicos tipo "dólar vai bater R$ 6?" ou "Selic vai a 15%". Cada contrato vale R$ 1 se você acertar, R$ 0 se errar, o preço flutua conforme a galera aposta, tipo bolsa de valores de opiniões sobre o futuro. Basicamente: aposta com MBA, regulada por um banco tradicional, importando uma febre global bilionária que vive na linha tênue entre análise sofisticada e cassino intelectual.

Cresh é um validador de ideias de negócios que analisa seu conceito com base em 33 métricas e indica se vale a pena levá-lo adiante, antes que você invista tempo ou dinheiro. 

E se a forma como a gente entende trabalho, descanso e produtividade estiver invertida?

Se existe um livro que consegue fazer você questionar de verdade a forma como você vive o seu tempo, é Time Off: A Practical Guide to Building Your Rest Ethic and Finding Success Without the Stress. Não no nível óbvio de “preciso descansar mais”, mas em algo mais estrutural: e se a forma como a gente entende trabalho, descanso e produtividade estiver simplesmente invertida?

O ponto de partida já é desconfortável. Nunca fomos tão ocupados e, ainda assim, nunca nos sentimos tão improdutivos. Parte disso é quase um truque de ilusionismo moderno: passamos mais da metade do dia reagindo a e-mails, reuniões e mensagens e menos da metade criando algo relevante.

E, no meio disso, um ciclo começa a se formar. Quanto mais acelerado o dia, mais difícil desacelerar à noite. Quanto pior o sono, menor a clareza e o foco no dia seguinte. Você produz pior, se sente atrasado, compensa acelerando  e volta ainda mais ativado para a noite. Em looping.

É nesse espaço que entram abordagens de cuidado contínuo. Como o Ansiodoron, da Weleda, um medicamento de origem natural que atua nas tensões do dia a dia e pode auxiliar na qualidade do sono, especialmente quando o ritmo não desacelera sozinho.

Leia a bula. Em caso de dúvidas, consulte seu médico ou farmacêutico.

Uma banana sarada, uma uva traíra, uma manga romântica, e milhões de pessoas assistindo. Parece delírio, mas é só mais um capítulo da internet em 2026. O novo fenômeno do TikTok é um reality show inteiramente feito por IA, onde frutas vivem um drama digno de Love Island: beijam, traem, brigam, e fazem o público votar nos rumos da história.

O mais curioso? Mesmo com erros grotescos de animação e vozes desalinhadas, cada episódio bate dezenas de milhões de views,  provando que talvez a gente esteja menos interessado em qualidade… e mais em narrativa viciante.

Spoiler (ou alerta): tem gente chamando de “AI slop”, tem gente completamente obcecada,  e talvez os dois estejam certos ao mesmo tempo. Entenda melhor essa história! (gift link)

Petra Cortright começou fazendo vídeos de auto-retrato na webcam alterados por GIFs animados, que postava no YouTube com legendas de spam. De lá pra cá, expandiu pra pintura, escultura, filme e vídeo, mas o processo continua sendo o mesmo: quebrar fotografia, acumular centenas de camadas digitais, printar em canvas ou papel high gloss. Google Images, Bing, Pinterest — repositórios infinitos de cores, superfícies e texturas que ela usa como "tintas" digitais. O resultado? Composições luminosas que lembram tanto o Impressionismo clássico quanto o brilho ambiente da tela do computador. Confundem completamente a divisão digital-analógico. Nascida em Santa Barbara (1986), vive e trabalha em Los Angeles. Está em coleções do MoMA, Hammer Museum, LACMA, Moderna Museet, entre outras — e recentemente apresentou uma instalação de vídeo em grande escala na Art Basel Unlimited 2025. Basicamente: ela pinta com a internet e o resultado é celestial.

Você está concorrendo automaticamente ao ranking que vai premiar os 5 leitores que trouxerem o maior número de novos inscritos para a EYN até o fim da campanha. Os prêmios? Uma moleskine exclusiva da EAT YOUR NUTS + a revista impressa especial EYN e iLove.e (edição colecionável e limitada), além de uma tote bag super cool!

Quanto mais você indicar, mais chances de ficar no Top 5.

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