“Deixe a porta aberta ao desconhecido, a porta para o escuro. É de lá que vêm as coisas mais importantes, de onde você veio e para onde você vai”
― via Gisela Gueiros, autoria Rebecca Solnit de “A Field Guide to Getting Lost”

O aeroporto de Cingapura ganha o prêmio de melhor gastronomia em aeroportos.
Homem mais rico da Ucrânia compra o apartamento mais caro da história.
Como a IA ameaça causar desemprego em grande escala, Elon Musk voltou a defender a ideia da renda básica universal, que também recebeu o apoio de seu rival, Sam Altman, CEO da OpenAI. O homem mais rico do mundo sugeriu que a IA e a robótica provocarão um “aumento da oferta monetária” que poderia financiar a chamada “renda básica universal”.
As empresas japonesas estão se esforçando para garantir fontes alternativas de alumínio em meio a uma escassez provocada pela crise no Estreito de Ormuz. O alumínio do Oriente Médio representa cerca de 70% das importações da indústria automotiva japonesa.
O presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que acelera pesquisas sobre substâncias como LSD, psilocibina e ibogaína no tratamento de transtornos mentais graves.
Robôs humanóides ultrapassam os humanos na meia maratona de Pequim, demonstrando rápidos avanços.
O pai que matou sete filhos e uma criança após briga com mulher nos EUA.
A montadora chinesa Seres obteve uma patente para o que chama de “banheiro integrado ao veículo”, que desliza para baixo do banco do passageiro para permitir que as pessoas utilizem o banheiro durante a viagem.
Rolou a maior apreensão de droga da história do país - as imagens são chocantes.
A BBC vai cortar um em cada dez postos de trabalho em uma reestruturação radical.
Estudo revela que a comunicação das cachalotes se assemelha muito à linguagem humana.
O avô de primeira viagem mais velho do mundo já registrado, com 91 anos e 209 dias, descreve sua relação com a neta como “pura magia”.

Simplesmente obcecada com essa loja de Palm Beach em que tudo tem um toque pessoal. Flores, frutas, quadros inteiros em trompe-l’œil, todos feitos à mão em sua oficina, parecendo ter saído de uma natureza morta do século XVII.
Esta calculadora ajuda você a determinar exatamente a quantidade de proteína, carboidratos e vitaminas você deve consumir diariamente.
A Anthropic lançou o Claude Design, ferramenta que cria slides e materiais gráficos a partir de prompts, textos e referências.
Um calendário para acompanhar os lançamentos de filmes.
O museu dos cigarros chineses (e internacionais).
O Wingman, da Emergent, é um agente de IA personalizável que funciona como uma espécie de assistente executivo dentro dos aplicativos que você já usa no dia a dia, como WhatsApp, Telegram, iMessage e Gmail. Na prática, ele ajuda a resolver tarefas operacionais de baixa complexidade.
Doug Liman, diretor de filmes como “A Identidade Bourne” e “No Limite do Amanhã”, concluiu a produção de um filme que utiliza inteligência artificial para gerar todos os seus cenários e iluminação.
A World, protocolo de verificação criado por Sam Altman, quer ser o CAPTCHA da era da IA. Conhecida pelos orbs que escaneiam a íris, a empresa deixou o foco em cripto para apostar em autenticação humana. Com deepfakes e agentes de IA avançando, a missão agora é provar quem é realmente uma pessoa. Zoom e Tinder vão usar a tecnologia para evitar perfis e reuniões com identidades falsas. A DocuSign quer garantir assinaturas humanas, e Okta + Vercel validam comandos para agentes de IA.
O Spotify acaba de transformar a experiência de ouvir em uma ponte direta para a compra. A plataforma lançou uma loja virtual de livros em parceria com a Bookshop.org, permitindo que usuários dos EUA e do Reino Unido comprem edições físicas enquanto escutam audiolivros. Além disso, o recurso “Page Match” sincroniza o ponto da narrativa entre o áudio e a leitura física, facilitando a transição entre os dois formatos.
O Le Sirenuse, hotel de gestão familiar em Positano, está inaugurando um novo clube de praia por ocasião do seu 75º aniversário, e dando as boas-vindas à próxima geração da família Sersales.
A Apple tem arquivos que nem mesmo Tim Cook conhecia. O WSJ resolveu dar uma olhada.
Cinco incríveis inovações tecnológicas que devemos esperar nos próximos 25 anos.
Uma daquelas matérias para salvar e voltar sempre: guias culturais do T Magazine com filmes, arte, literatura e comida que valem seu tempo.
A mulher que viveu numa árvore por mais de dois anos.
O Google está colaborando com a Gucci no desenvolvimento de um par de óculos inteligentes com lançamento previsto para 2027.
Uma enciclopédia deslumbrante de flores estranhas.

A vovó que a IA inventou

Ela nunca existiu, nunca pisou no Coachella, nunca cruzou com as Kardashians, nunca escolheu um tailleur rosa, mas tem 2 milhões de seguidores no Instagram, recebe propostas de brand deals e virou capa de debate na Time Magazine. A Granny Spills é uma vovó de terninho Chanel gerada 100% por inteligência artificial, e o fato de ela ter se tornado viral diz algo muito perturbador sobre o momento em que estamos.
Perturbador não no sentido panfletário, de "a IA vai destruir tudo", mas no sentido de que ela funciona. E funciona por razões que têm muito mais a ver com psicologia do consumidor, lacunas do mercado de moda e o colapso das fronteiras do real do que com qualquer novidade tecnológica.
Afinal, quem é Granny Spills?


© Experimental History
Esse texto é profundo, em inglês e talvez te dê preguiça, ou já tenha chegado à você, porque ele ficou popular, mas eu recomendo MUITO!
“Text is King”, de Adam Mastroianni, é basicamente uma defesa apaixonada da leitura e da escrita como o meio mais poderoso para transmitir ideias profundas, mesmo numa era dominada por vídeo, podcasts, TikTok e conteúdo rápido. A tese central é: vídeo chama atenção, mas texto sustenta pensamento. Quer uma tese mais forte do que essa?
Ele argumenta que existe uma narrativa popular de que “ninguém mais lê”, mas isso seria uma conclusão apressada. Segundo ele, quando realmente queremos preservar uma ideia, desenvolver um argumento complexo ou fazer algo durar no tempo, ainda recorremos ao texto, especialmente aos livros. Ele resume isso com a ideia de que: no longo prazo, livros são o que importam.


A Visit Amazônia nasce como uma marca inédita que une os 9 estados da Amazônia Legal brasileira sob uma única identidade, fortalecendo a região não apenas como destino turístico, mas como símbolo de cultura, pertencimento e desenvolvimento sustentável. O projeto valoriza experiências transformadoras ligadas à natureza, gastronomia, arte e modos de vida locais, além de criar um selo para produtos amazônicos, impulsionando a economia da região.
Os números ajudam a dimensionar essa potência: são 9 estados, 772 cidades, 28 milhões de habitantes e mais de 60% do território brasileiro. Se fosse um país, a Amazônia seria o sexto maior do mundo e, ainda assim, talvez seu maior ativo continue sendo o invisível: seu repertório cultural. Um dos detalhes mais interessantes está na identidade visual: a tipografia foi desenhada a partir de imagens reais de satélite dos rios amazônicos, transformando o próprio território em linguagem.

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