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Edição #263
Tempo de leitura: 13 minutos

O amor é o que o amor faz. Amar é um ato da vontade - isto é, tanto uma intenção quanto uma ação.
Bell Hooks

Os seres humanos começam a reconhecer a música já aos 3 meses de idade e passam a se movimentar em resposta a ela por volta do primeiro aniversário, de acordo com o primeiro estudo a medir simultaneamente a atividade cerebral e os movimentos corporais de bebês.

Novak Djokovic se tornou o jogador com mais vitórias em simples na história de Wimbledon, enquanto Naomi Osaka viu sua campanha no torneio terminar nas quartas de final.

O relato de Michele Ramos, professora da rede municipal de ensino de São José dos Campos, após alunos colocarem vidro em sua água.

Uma mulher de 62 anos é resgatada no Ceará depois de trabalhar sem salário por 55 anos para 3 gerações de uma família.

Metrô de Lisboa abre estações durante a noite para proteger pessoas sem-abrigo das ondas de calor.

Autoridades europeias investigam anúncios da plataforma Vinted por suspeita de tráfico de crianças. 

Chanel compra a Charvet, a icônica camisaria mais antiga do mundo. (gift link)

CEOs da Apple, Meta, Google, Amazon, OpenAI, Disney e Netflix desembarcam em um resort em Idaho para o chamado "acampamento de verão dos bilionários".

O que parecia impossível há alguns anos virou programa de verão em Paris: nadar no Sena. A cidade acaba de reabrir três áreas públicas para banho.

Fifa revoga suspensão de jogador dos EUA depois de Trump pedir revisão de cartão vermelho.

Veja a lista completa de indicados ao Emmy 2026

Como aderir ao “Omakase Listening”, o antídoto musical para a bolha dos algoritmos que valoriza o que a gente acredita acima de tudo: curadoria humana.

Como uma mesma viagem pode ser vivida de formas completamente diferentes por pais e filhos? Essa reportagem interativa do The New York Times responde à pergunta reunindo relatos e fotografias enviados por famílias do mundo todo. (gift link)

Confira os vencedores do iPhone Photography Awards 2026.

Impossível não se impressionar com os assentos do desfile da Bottega Veneta feitos em vidro soprado de Murano, tradição artesanal da ilha veneziana há mais de 700 anos.

Uma foto tirada em um metrô de Washington no dia do 250º aniversário dos EUA que parece condensar, em uma única imagem, as tensões do país.

O merch dos sonhos para os fãs de The Bear. Para marcar a última temporada da série, a Matiz Press produziu um zine de 46 páginas com receitas dos pratos que apareceram na tela. As 400 cópias foram distribuídas apenas para o elenco e a equipe como presente de encerramento das gravações. 

A alta-costura costuma levar semanas para chegar ao tapete vermelho. Para Zendaya, levou horas. No mesmo dia em que um vestido da Schiaparelli cruzou a passarela em Paris, a atriz surgiu com a peça na première de The Odyssey, em Londres.

Por dentro da estética "Chinese Dreamcore": a nostalgia que se tornou o refúgio visual dos jovens. 

Oura Ring para o “número 2”? Uma nova obsessão do universo wellness promete monitorar tudo o que acontece no banheiro com inteligência artificial. (possível paywall)

Seu chefe não é muito fã de trabalho remoto? Talvez ele seja narcisista. Para chegar à conclusão, pesquisadores criaram um índice que inclui até o tamanho da foto dos CEOs nos relatórios anuais. (gift link)

Um arquivo de cenas de corredores em filmes clássicos de ficção científica, para quem se interessa por design de produção.

Um novo estudo sugere que a recomendação de treinar de acordo com o ciclo menstrual pode ser menos importante do que as redes sociais fazem parecer.

Muito legal este especial da T Magazine que ensina o jeito, segundo os chefs, de comer iguarias como lagosta, ostras e nigiri.

Ficou com vontade de conhecer Cabo Verde depois de torcer pela seleção? Veja o nosso guia de Mindelo, capital cultural de São Vicente.

A conversa fiada atrapalha a sua felicidade

© Getty Images

Minha avó Iara chamava, em tom de crítica, de "vizinhos de sobrancelha" as pessoas que moravam ao lado, mas limitavam a interação a um leve levantar de testa. Sem "bom dia", sem comentário sobre o tempo, sem conversa de elevador.

Transformar anos de convivência em um simples movimento de sobrancelha realmente parece falta de educação — e, às vezes, motivo suficiente para se revoltar. Em um episódio de Seinfeld, Elaine fica obcecada por um vizinho que vai reduzindo o cumprimento aos poucos, até restar um aceno quase imperceptível.

Mas será que essas interações realmente importam ou só servem para evitar o constrangimento do silêncio? Em um artigo publicado na Psychology Today, o psicólogo Matthias Mehl revisita um estudo que ajuda a responder essa pergunta. 

Esqueça os drinks. O happy hour agora é com botox

via Pinterest

Durante décadas, o happy hour em um bar foi quase um sinônimo de integração no trabalho. Mas, à medida que as gerações mais jovens bebem menos e incorporam o bem-estar à rotina, outros rituais começam a ocupar esse espaço. Em vez de estender o expediente em um bar, colegas agora marcam aulas de pilates, sessões de sauna, corridas em grupo e, cada vez mais, aplicações de botox. O procedimento estético, antes tratado como algo íntimo, começa a aparecer como uma atividade social entre colegas de empresa. (paywall)

Carsten Höller foi uma das minhas descobertas mais interessantes dos últimos tempos. O artista também é cientista, com PhD em Ciências Agrárias, e isso se reflete constantemente em seu trabalho. A exploração do comportamento humano, da percepção e de estados alterados de consciência o fascina, assim como as representações inusitadas de animais e plantas.

Sua arte evoca outros sentidos além da visão, como em seu projeto "Laboratório da Dúvida", que apresentava escorregadores em espiral, óculos que distorcem a visão e até experiências alucinatórias, com o intuito de fazer os visitantes questionarem como veem e compreendem o mundo ao seu redor.

Na foto acima, vemos "O Experimento de Florença", em que Höller se uniu ao botânico Stefano Mancuso para analisar como as plantas reagem às emoções humanas, dentro de um palazzo na cidade. Antes de deslizar por 20 metros de altura até um laboratório, cada participante recebe uma planta que deverá ser entregue a um cientista. O objetivo? Mostrar como nossos sentimentos podem afetar as plantas e encorajar os participantes a refletir sobre relações empáticas entre si e o mundo botânico.

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