“Minha missão na vida não é meramente sobreviver, mas prosperar; e fazer isso com alguma paixão, alguma compaixão, algum humor e algum estilo.”
― Maya Angelou

A União Europeia decidiu que o problema não é você passar horas no Instagram. É o Instagram ter sido projetado para isso. A Meta pode ser obrigada a mudar recursos como autoplay e rolagem infinita. (gift link)
Rio proíbe a veiculação de publicidade das bets em espaços públicos.
Cinco dos maiores bancos dos EUA acabam de registrar lucros recordes. A IA e a instabilidade geopolítica ajudaram a impulsionar um trimestre histórico para Wall Street. (gift link)
Um fóssil de T. rex foi vendido por US$50,1 milhões em um leilão da Sotheby´s, tornando-se o dinossauro mais caro já vendido.
Traficantes de Berlim estão deixando "amostras grátis" de drogas em caixas de correio.
Parece roteiro de filme, mas aconteceu em um voo da Ryanair. Um homem foi parcialmente sugado pela janela após uma despressurização.
Cerca de 900 cobras, muitas delas venenosas, escaparam no sul da China depois de inundações.
Sam Neill, ator de 'Jurassic Park' e 'O Piano', morre aos 78 anos.
Pela primeira vez na história, gestações acima dos 40 superam as na adolescência nos EUA.
Astrônomos encontram açúcar no espaço. A molécula, presente na framboesa, foi detectada em uma nuvem de gás e poeira próxima ao centro da Via Láctea e reforça a hipótese de que certos ingredientes podem ser mais comuns no universo do que imaginávamos.
Pitbull bate recorde mundial e entra para o Guinness com maior reunião de ´carecas´ durante show em Londres.

O Unicode revelou os novos emojis que podem chegar aos celulares em 2027. Entre as novidades estão um rosto rachando, um meteoro, um picles e uma borboleta-monarca.
Já ouviu falar em room rooting, side-quests ou anti-hype agenda? A Time Out Índia mapeou algumas expressões que refletem os hábitos de viagem da Geração Z.
A Vox mostra nesse vídeo como os jogadores profissionais de futebol se preparam fisicamente para a Copa do Mundo. É intenso.
Ser Patrimônio Mundial da UNESCO virou um problema para Vlkolínec. A aldeia eslovaca tem apenas 17 moradores, mas recebe cerca de 100 mil turistas por ano. Agora, parte da população quer abrir mão do título para tentar conter o turismo em massa.
Visualize o caminho de cada eclipse solar de 1900 a 2099.
Depois de uma sequência de tropeços, a Pixar parece ter reencontrado parte da sua velha magia. Hoppers aposta em um universo criativo onde robôs, animais e avatares se cruzam em uma história tão maluca quanto divertida.
Se você é jogador de golf, o GolfWiz analisa seu swing e coloca quadro por quadro e, em seguida, entrega exercícios de acompanhamento para corrigir seus erros e diminuir suas pontuações
O JoyCast é um aplicativo minúsculo para Mac que faz com que seu microfone embutido soe como se você tivesse investido em equipamentos de ponta.
Móveis da IKEA com décadas de idade se tornaram a mais recente tendência da Geração Z. (gift link)
A Bloomberg conseguiu a notícia em primeira mão sobre o primeiro dispositivo da OpenAI, que, segundo relatos, será um alto-falante inteligente móvel e sem tela, a “manifestação física” do ChatGPT.
O primeiro rebranding do Tinder em quase uma década, feito pela agência de design Porto Rocha, dos brasileiros Felipe e Leo.
O artista visual e fotógrafo venezuelano Téber tem um jeito muito particular de olhar para o mundo. Suas imagens parecem existir naquele breve instante em que a luz fica mais delicada e tudo ganha um tom mais otimista.
Depois de acompanhar 16 Copas do Mundo, um jornalista revisita a edição de 2026 e mostra que, apesar dos preços dinâmicos dos ingressos, das regras rígidas para vistos e das pausas comerciais que irritaram torcedores, a magia do torneio continua intacta. Muito graças às zebras — "os peixes pequenos derrotando os tubarões" — e à paixão inesgotável das arquibancadas.
Um designer transformou uma capinha de iPhone em um pequeno jardim vivo e entrou para a nossa lista de objetos que não queríamos só porque não sabíamos que existiam.

Desistir tem seu valor

via Pinterest
Há um tempo me dei conta de que parei de ler totalmente porque comecei duas leituras que não curti muito. Já ouviram que a vida é muito curta para se forçar a ler o que não gostamos? Pois bem, concordo, mas minha natureza teimosa me força a terminar quase todos os livros que eu começo. Precisa de muito para eu largar um livro, mas o que acontece é o seguinte: eu vou deixando de lado até o dia que eu paro e penso “caramba, parei de ler”.
Eu acho que o mesmo vale para várias coisas que nos forçamos a fazer ou vemos como 8 ou 80. Tipo ir pra academia todo dia: quando você falta um, já era e você começa a faltar todos. Ou comer mais saudável, talvez novos hábitos em geral. Acho que isso vale para o novo ou para o antigo que já não funciona mais.
Um dos nossos posts mais polêmicos tem o seguinte como primeira tela: tem gente que lê 600 livros por ano. Para entender como isso é possível, a jornalista Kelsey Rexroat investigou o perfil dos super-leitores (gente que lê mais de 100 títulos em 365 dias). Algo que eles têm em comum: abandonam obras "chatas".

A corrida da IA não é só entre EUA e China. É contra todos nós.

Ilustração: Chris W. Kim
Enquanto o debate sobre inteligência artificial costuma girar em torno de quem vai vencer a disputa entre Estados Unidos e China, a escritora Yi-Ling Liu propõe uma pergunta muito mais interessante: quem está ficando para trás?
No ensaio publicado no The New York Times, ela conecta histórias de motoristas de aplicativo, entregadores, engenheiros e jovens dos dois países para mostrar que, apesar das diferenças políticas, existe um sentimento compartilhado: o de que estamos sendo arrastados para um futuro que não controlamos.
O texto é uma reflexão sobre trabalho, tecnologia, solidão e ansiedade, e sobre como a IA pode ampliar desigualdades que já existiam. Vale especialmente pela ideia de que a maior competição talvez não seja entre potências, mas entre a velocidade da tecnologia e a nossa capacidade de preservar autonomia, dignidade e senso de comunidade. (gift link)


Tem artistas que fazem a gente querer viajar. O fotógrafo e cineasta Sam Youkilis faz algo ainda mais raro: ele faz a gente querer prestar atenção.
Adoro o trabalho dele. Sempre que vejo um vídeo ou uma foto publicada por Sam, lembro que a vida pode ser tranquila, bonita e alegre. E que o extraordinário quase sempre está escondido no cotidiano.
Criado em Nova York e hoje radicado na Itália, Sam construiu uma linguagem muito própria ao documentar mercados, cafés, pescadores, cozinheiros, praças e pequenos rituais locais. Em vez de buscar o espetáculo, ele encontra beleza nos gestos mais simples: um pão sendo cortado, uma mesa posta, a luz atravessando uma janela, alguém trabalhando com as mãos.
Talvez seja por isso que seu trabalho tenha conquistado tanta gente. Em um feed dominado pela velocidade, ele nos lembra que observar também é uma forma de viajar.


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