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Edição #267
Tempo de leitura: 16 minutos

O grande erro da vida é perguntar para onde vamos. Isso não importa. O certo é decidir com quem
― Socorro Acioli

Parece muita loucura, mas é verdade! A startup de IA LemonLime está enfrentando reações negativas após prometer entrevistas de emprego imediatas às pessoas que fizessem tatuagens com o logotipo da empresa em um evento da companhia.

Cirurgia pioneira: um bebê ‘milagre’, com os intestinos para fora do corpo, foi tratado ainda dentro do útero.

Diários de Anthony Fauci detalham bastidores de vacinas e a origem da Covid-19.

Havanna está em recuperação extrajudicial no Brasil.

Uma disputa internacional por direitos autorais do novo livro sensação ´Call Me, I’ll Hide the Body´ esfriou rapidamente devido às alegações de que ele teria sido escrito, em grande parte, com o auxílio de IA.

WhatsApp lança chamadas pela web, transferência de chamadas entre dispositivos, sala de espera para chamadas em grupo e mais recursos.

O Google Earth testou a fronteira entre mapa e ficção, e durou só um dia. A nova ferramenta permitia criar imagens hiper-realistas com IA e inseri-las em imagens de satélite reais. O problema? Era possível fabricar cenas falsas de guerras, desastres e crises com facilidade. O Google tirou o recurso do ar em 24 horas para reforçar as barreiras contra a desinformação. 

A proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos na Austrália já está em vigor há três meses. É ótimo na teoria, mas e na prática? Uma nova pesquisa revelou que mais de 81% das crianças ainda usam pelo menos uma das plataformas proibidas.

A UNESCO incluiu 25 novos locais em sua Lista do Patrimônio Mundial no mês passado.

A Itália está ganhando uma nova safra de hotéis e a gente já quer fazer check-in. De Veneza à Sicília, 2026 trouxe palazzi históricos restaurados, refúgios nas Dolomitas, hotéis à beira-mar e endereços clássicos entrando em uma nova fase. 

Tudo começa com uma abordagem nas redes sociais. Os adolescentes são recrutados pela Rede Foxtrot, um notório grupo do crime organizado, para realizar um ataque violento em troca de dinheiro. As instruções são dadas de forma “gamificada”, imitando o funcionamento dos jogos de computador. Acredita-se que, desde 2022, a quadrilha ligada ao Irã esteja por trás de cerca de 35 homicídios, bem como de vários ataques e tentativas de ataque contra alvos israelenses na Europa. Conforme relata o correspondente da BBC, Daniel Sandford, os adolescentes raramente são pagos, porque muitas vezes são presos. 

Um par de chinelos que aquecem e vibram nos pés para ajudar na recuperação dos atletas.

22 horas dentro de um avião e sem conexão. A Qantas está prestes a inaugurar a rota comercial mais longa do mundo: Sydney–Londres, com Nova York na sequência. O chamado Project Sunrise será operado por Airbus A350 especialmente adaptados, com menos passageiros, mais espaço, camas extras e até uma área de bem-estar para alongar as pernas. A companhia também está testando iluminação e menus pensados para reduzir o jet lag. 

Ryan Murphy (American Horror Story, Feud e Monstros), volta a explorar o lado mais sombrio da elite americana e encontrou seu próximo universo para transformar em obsessão. Baseada no romance cult The Shards, de Bret Easton Ellis, a nova série acompanha adolescentes da elite de Los Angeles em 1981, entre festas, sexo, paranoia e um serial killer à espreita. Estreou essa semana no Hulu/Disney+.

Li na newsletter da Camila Yahn que outra newsletter chamada Back Row traduziu as melhores curiosidades que apareceram na série de seis reportagens que o jornal Le Monde fez sobre Bernard Arnault, um dos homens mais ricos do mundo e presidente do grupo LVMH. E só para constar, Arnault não ficou nem um pouco feliz com o resultado. 

Os “squishies” texturizados e macios se tornaram uma sensação. Eles vêm em uma variedade de formatos, cores e formas. Alguns têm uma textura crocante, enquanto outros voltam lentamente ao normal depois de serem comprimidos. Vem entender a febre e por que eles são tão difíceis de encontrar.  (gift link)

O futuro chegou, e não tem volante. A Zoox, empresa de robotáxis da Amazon, acaba de ser autorizada a começar a cobrar por corridas autônomas em Las Vegas, depois de transportar mais de 500 mil passageiros gratuitamente. A estreia comercial acontece em setembro, sob regras rígidas do governo americano. (gift link)

RD Saúde quer testar o potencial da beleza com uma Raia à la Boots. A nova loja no Itaim, em São Paulo, tem 65% dos seus itens dedicados à beleza, com cerca de 50 novas marcas, sendo 33 premium, e mais de 2.500 SKUs de beleza adicionais, que antes não faziam parte do portfólio.

Em TriBeCa, o Meadow Lane começou com fila, nuggets malpassados viralizando e até azeite de US$65, mas conseguiu transformar o caos em desejo. Entre mães de Manhattan, influencers e finance bros, o grocery de Sammy Nussdorf, Meadow Lane, virou mais do que um lugar para comprar comida: virou fenômeno cultural. Mas o que explica tanto hype e, principalmente, o sucesso tão rápido? (gift link)

Os podcasters mais bem pagos de 2026.

O maior museu do mundo convida @thomaslelu, o rei da reinterpretação com a caneta Bic azul, para uma coleção à altura de sua imagem.

Os 13 livros que entraram na longlist do prêmio mais cobiçado da literatura em língua inglesa.

Tem roupa que é tendência. E tem roupa que vira patrimônio. O trench coat da Burberry, criado em 1879 para proteger militares da chuva, atravessou guerras, décadas e passarelas até se tornar um dos maiores símbolos da moda britânica. Agora, ganha uma exposição própria no Victoria & Albert Museum, em Londres, com peças raras, documentos de arquivo e releituras contemporâneas. “The Burberry Trench Coat – Crafting an Icon” celebra os 170 anos da marca entre 21/09 e 03/01.

Dez dias sem falar. E eu sobrevivi.

Ninguém te conta que o peito dói.

Quando você pergunta pra alguém como foi o Vipassana, a pessoa responde igual mãe de recém-nascido respondendo como é a maternidade: "Incrível. Transformador. Mudou minha vida." E aí sorri, com aquela cara de quem sabe de um segredo, e não fala do peito que dói, da madrugada em claro, dos boletos que estão por vir e do sapo no banheiro.

Sim, tinha um sapo no banheiro, já chego lá.

Eu voltei há quatro dias de um retiro de dez dias de Vipassana e resolvi escrever o texto que eu queria ter lido antes de ir. Um texto que falasse das partes lindas, mas também do peito doendo. Porque eu só entendi que valeu a pena depois que acabou., E, nesse sentido, o Vipassana se parece mais com o parto: experiências que, enquanto você está vivendo, parecem intermináveis. Depois, olha pra trás e tudo valeu.

Uma leitura interessante sobre dinheiro, poder e o que significa deixar o mundo um pouco melhor.

Para algumas pessoas, “doar dinheiro pode ser mais difícil do que ganhá-lo”; por isso, Roy Bahat, alguém cujo hábito ao longo da vida tem sido doar dinheiro, escreveu algumas dicas neste ensaio. Ele dá continuidade à primeira parte com um segundo conjunto de sugestões mais práticas, voltadas para os milhares de jovens prestes a se tornarem milionários no boom das aberturas de capital (IPO) da IA. Doar bem exige tempo, escuta, humildade e, sobretudo, aceitar que “fazer o bem” é bem mais complexo do que assinar um cheque. 

Cor, luz e uma certa joie de vivre em forma de pintura. 

Raoul Dufy gostava de pintar o lado mais leve da vida: regatas, corridas de cavalo, orquestras, festas e cenas à beira-mar. Suas telas têm cores fortes e traços soltos, quase como se ele não tivesse muita paciência para ficar dentro das linhas. Chamava isso de “cor-luz”: a ideia de pintar não exatamente o que estava diante dele, mas a luz e a sensação daquele momento. Nascido em Le Havre, Dufy também passou pela moda e pelo design, criando tecidos para a Maison Bianchini-Férier e trabalhando com Paul Poiret. Um artista para terminar a semana olhando para o lado mais solar da vida.

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