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Edição #269
Tempo de leitura: 9 minutos

“Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido”
― Fernando Pessoa

A rainha Camilla falou pela primeira vez sobre a dificuldade de manter em segredo o diagnóstico de câncer do rei Charles.

Bill Rasmussen, cofundador da ESPN, morre aos 93 anos devido a complicações decorrentes da doença de Parkinson.

SXSW vai lançar um festival de podcasts em 2027.

Hayden Panettiere, de 36 anos, faleceu tragicamente apenas 4 dias antes de completar 37 anos. E a história de vida dela é difícil: famosa desde criança, ela sobreviveu a um relacionamento abusivo, batalhou por anos contra vício em álcool e opióides, e enfrentou depressão pós-parto. Ela falou bastante sobre suas dificuldades antes de partir.

Um total de 40 empresas passaram a integrar o Crunchbase Unicorn Board em julho, o maior número mensal em mais de quatro anos, sendo que três delas ingressaram com avaliações superiores a US$10 bilhões.

Em novo relatório, o JPMorgan alertou que o mundo pode enfrentar uma crise de abastecimento de alimentos a partir de 2027.

De acordo com um estudo publicado, comissários de bordo e pilotos têm maior probabilidade de morrer de cânceres relacionados à radiação do que os profissionais de mais de 500 outras profissões.

A Uber Eats planeja começar a integrar drones aos seus serviços de entrega de comida em Dallas e Houston até o final de 2026; a empresa espera reduzir o tempo de entrega para no máximo 10 minutos.

O adeus às atrizes Laura Cardoso e Glória Menezes, dois maiores ícones da história da teledramaturgia brasileira.

A OpenAI anunciou o ChatGPT para Adolescentes, um modo que adiciona automaticamente medidas de proteção mais rigorosas quando detecta que um usuário tem menos de 18 anos (ou afirma ter menos de 18 anos).

A loja do Barbican Centre lançou uma coleção de artigos para casa em parceria com a loja online Made.com, que inclui móveis e luminárias inspirados em detalhes do complexo habitacional brutalista no centro de Londres.

Uma ferramenta que avalia cada quarteirão em 50 cidades europeias com base no que é possível alcançar em uma caminhada de dez minutos: supermercados, transporte público, parques, cafés e muitas outras categorias, tudo extraído dos dados abertos do OpenStreetMap.

Por que empresas de IA estão destruindo milhares de livros antigos ao redor do mundo?

Daqueles achados que você vai me agradecer…Leia uma infinidade de trechos gratuitos de livros e salve aqueles que você gostar. Afinal, é melhor julgar um livro pela forma como está escrito do que pela capa né?

Se você não consegue assobiar, talvez não tenha a geometria bucal adequada.

O LIE (Laboratório de Investigação Eleitoral) foi lançado por Agência Pública, Amado Mundo, Aos Fatos e Núcleo Jornalismo para monitorar desinformação nas eleições de 2026. Cada organização cobre uma frente: Aos Fatos traz dados de plataformas digitais, Núcleo monitora YouTube e documentos públicos, Agência Pública mantém um dashboard de desinformação em redes sociais. Resultados saem nos sites dos parceiros e no videocast Matinal (Amado Mundo), diário às 8h30 no YouTube.

Um novo hotel de luxo cancelou a estadia de um YouTuber no valor de US$4.663. Em seguida, surgiu a briga que viralizou. A disputa entre a Aman e o criador de conteúdo Ryan Walker ilustra a crescente tensão entre empresas comerciais e influenciadores (gift link)

Curte uma nostalgia? Navegue pelo “I Love the ‘90s”, um acervo de programas de TV, videoclipes, salas de bate-papo e curiosidades aleatórias da nossa infância e juventude, intocadas pelo algoritmo. Tem até tamagochi… Ah e a aba “Música” recria aquela sensação de esperar ansiosamente que sua música favorita tocasse no rádio para que você pudesse gravá-la para uma fita de compilação.

Uma primeira olhada no interior do futuro Jaguar Type 01.

Daquelas coisas desnecessárias…Um índice interativo que classifica os 20.000 produtos da IKEA de acordo com a complexidade da montagem.

O Helios Flow analisa seu site uma vez para identificar suas cores, seu tom e sua voz; em seguida, cria publicações nas redes sociais e campanhas por e-mail que se mantêm fiéis à identidade da marca.

Segundo a BBC, Tony, novo filme sobre o chef e escritor gastronômico Anthony Bourdain, chega com a difícil missão de traduzir a vida de um dos maiores personagens da cultura gastronômica contemporânea. O longa é divertido e cheio de boas histórias, mas, segundo a crítica, acaba diminuindo a dimensão de seu legado e deixando em segundo plano justamente quem Bourdain considerava as verdadeiras estrelas da indústria: os trabalhadores das cozinhas, muitos deles imigrantes ou pessoas negras. 

Por que ser adulto virou um projeto sem fim?

Tem uma frase do sociólogo Zygmunt Bauman que eu não consigo tirar da cabeça desde que vi na apresentação Liquid Adulthood, da agência THE PEOPLE. Ele escreveu isso lá em 1999, décadas antes de qualquer app de namoro ou LinkedIn existir, e mesmo assim parece que foi escrito pra descrever exatamente o que a gente vive hoje: "numa vida moderna líquida não há vínculos permanentes, e os que assumimos por um tempo precisam ser amarrados frouxamente, para que possam ser desamarrados de novo".

A apresentação usa essa ideia de "modernidade líquida" como base pra explicar cinco áreas em que a vida adulta perdeu o chão: identidade, dinheiro/moradia, trabalho, relacionamentos e futuro. Fui atrás de entender melhor de onde vem essa teoria, porque ela ficou tão popular pra falar de gente mais jovem, e o que dá pra acrescentar (ou até questionar) em cada uma dessas frentes.

A nova era do chá

© Kenneth Bachor/Bloomberg

Esqueça o bubble tea: agora são os fruit teas. Marcas chinesas como Mixue e Heytea estão levando para Nova York uma nova geração de bebidas à base de chá, com frutas frescas, espumas de queijo e combinações que fogem do tradicional. O movimento é mais um exemplo de como a cultura gastronômica chinesa está encontrando espaço no mercado americano, e de como o bubble tea pode ter sido apenas o começo. (gift link)

Para quem gosta de arte que brinca com os limites entre o real e o imaginário, vale conhecer o trabalho da australiana CJ Hendry. Famosa por desenhos hiper-realistas feitos à mão, a artista transforma objetos cotidianos, de flores a produtos de luxo, em obras que parecem fotografias à primeira vista. Nos últimos anos, porém, ela levou essa obsessão pelo detalhe para o espaço físico, criando instalações imersivas e experiências que misturam arte, design e cultura pop. Seu trabalho é um bom lembrete de que, na era das imagens produzidas em segundos, o mais incrível é aquilo que exige horas, paciência e uma quantidade quase absurda de atenção.

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